quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Signos, símbolos e primitivismo

São aceitáveis as profundas e tolas ligações que os antigos (alguns)  tinham para com detalhes da natureza, afinal de contas eles eram ignorantes. Os gregos (alguns, novamente) acreditavam que o universo se regia através das leis matemáticas. Os números pares, ímpares e seus múltiplos e divisores, eram quase divindades míticas. 
Outros criam no equilíbrio entre os humores orgânicos para determinar a saúde das pessoas, como se todas as pessoas fosse iguais.
Na verdade o grande problema de todo o mundo (até hoje, ressalte-se) é achar que os seres vivos são regidos, também, pela ciência exata da matemática. Não existe, na matemática um "2" diferente de outro "2". Todos os "2" do mundo são iguais e significam a mesma coisa.
 Gente é diferente. Não existem duas pessoas iguais, mas, desde a época em que éramos quase macacos, achamos que existe magia e poder em um número qualquer; numa combinação; naquele outro símbolo gráfico.
Hoje vivemos na mesma ignorância que nossos antepassados. Mudamos apenas os focos de nossa fé. 
Antes acreditávamos no sol, na lua, nos raios, na chuva, e deixamos isso de lado para sermos mais civilizados. Naquela época matavam para que todos acreditassem numa só verdade. Passamos a acreditar num deus parecido com um homem. Careca, cabeludo, barbudo, velho.. Qualquer coisa que se assemelhe a um homem. Mulher não vale!
Ainda hoje cremos em besteiras desse gênero. 
E continuamos a nos matar. Evoluímos alguma coisa? Parece que não.
Penso que o maior passo que a humanidade dará, só acontecerá quando conseguirmos nos livrar dessas prisões nas quais nos colocaram um dia e não queremos sair. 
É tão simples entender nossa ignorância e tolice. São tão claras a busca por poder e a tentativa de nos dominar por parte dos ambiciosos, que chega a ser patética a crença que a maioria das pessoas tem nas "divindades" apresentadas como representantes de alguma autoridade celestial.
Vive-se com medo de pecar e de ser punido nos céus. 
Ó, céus! Maior punição é viver nesse medo. 
Maior pecado é achar que que existe um pecado para ser cometido.  

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Eram os templos, foguetes?










       Essa tem abóbadas que lembram para-quedas 





Foguetes

Até a planta baixa das igrejas remetem à uma aeronave





A mitra papal lembra um foguete voando e lançando fogo pelas turbinas


Eram os deuses astronautas? Essa pergunta virou o título de um dos livros ícones dos anos 70, escrito por Erich Von Daniken, que até hoje trabalha divulgando suas ideias de procedência alienígena dos deuses.
Na mesma trilha seguida por ele e por outros tantos sobre o assunto, podemos pensar na relação existente entre as formas das igrejas, dos foguetes e da mitra papal. 
Curiosamente se chama de "NAVE" a área interna das igrejas...
Sinceramente não sei se alguém já discorreu sobre o assunto, e muito provavelmente já o fez, mas nunca li, ouvi ou vi nada a respeito, por isso faço o registro. Observem só as imagens e digam se não se parecem?